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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Genealogia 384: Uma dispensa de consanguinidade revelando parentescos?

Primeira Geração

1. 4o grau dispensa.

Segunda Geração

2. João Marques Fernandes foi batizado em 21 março 1683 em Topo, ilha de São Jorge. Ele casou-se com Ágada Luís de Sousa em 18 junho 1708 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

pp manuel marques e s/m marta simoa

João e Ágada tem 4o. grau de parentesco

3. Ágada Luís de Sousa nasceu em 1685 em Horta (Angústias), ilha do Faial.

Terceira Geração

4. Antônio Marques da Rosa foi batizado em 8 novembro 1654 em Topo, ilha de São Jorge. Ele faleceu em 19 junho 1725 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Antônio casou-se com Ana da Cunha em 20 outubro 1681 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

5. Ana da Cunha foi batizada em 7 março 1663 em Topo, ilha de São Jorge . Ela faleceu em 28 janeiro 1698 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

6. Amaro Luís nasceu em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge. Ele faleceu em 4 dezembro 1726 em Horta (Angústias), ilha do Faial. Amaro casou-se com Teodósia Rodrigues em 14 novembro 1683 em Horta (Angústias), ilha do Faial.

7. Teodósia Rodrigues nasceu em Horta (Angústias), ilha do Faial.

Quarta Geração

8. Pedro Afonso (Antônio?) de Valença nasceu c.1622. Ele casou-se com Catarina Marques da Rosa em 27 outubro 1652 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

9. Catarina Marques da Rosa nasceu c.1632. Ela faleceu em 9 junho 1698 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

10. Manuel Gregório de Morais nasceu c.1611. Ele faleceu em 10 janeiro 1685 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Manuel casou-se com Vitória da Cunha em 7 julho 1641 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

11. Vitória da Cunha nasceu c.1621. Ela faleceu em março 1673 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

madrinha de BARBARA, filha de Joao Vicente Simoes

12. João Luís Gato nasceu c.1630. Ele casou-se com Catarina Jorge André em 18 maio 1656 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

13. Catarina Jorge André nasceu c.1628. Ela faleceu em 11 setembro 1698 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

14. Manuel Cabral casou-se com Catarina Rodrigues.

15. Catarina Rodrigues nasceu em Horta (Angústias), ilha do Faial.

Quinta Geração

16. Antonio Fernandes do Amaral nasceu c.1592. Ele faleceu em 27 janeiro 1639 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Antonio casou-se com (?) Isabel Afonso.

vereador em 1617

Pai de Brás Gonçalves do Amaral?

17. (?) Isabel Afonso nasceu c.1602.

Seria filha de Pedro Afonso de Valença e Isabel Dias?

18. Manuel da Rosa nasceu c.1595. Ele faleceu em 25 janeiro 1652 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Manuel casou-se com (?) Ana Marques.

Seria irmão de Maria Ferreira, esposa de Francisco de Freitas? Isto explicaria o sobrenome "Rosa"

nas duas famílias.

19. (?) Ana Marques nasceu c.1605. Ela faleceu em 18 agôsto 1652 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

20. (?) Gregório Fernandes nasceu cerca de 1580. Ele casou-se com Clara Jorge.

irmão do Jorge Fernandes? Vide 4ð grau de dispensa entre Joao Marques Fernandes e Agada Luis

de Sousa

21. Clara Jorge nasceu cerca de 1590.

irmã do Jorge Fernandes? Vide 4ð grau de dispensa entre Joao Marques Fernandes e Agada Luis de

Sousa

ou cunhada dele?

22. Sebastião da Cunha nasceu c.1591. Ele casou-se com Ana Vieira.

23. Ana Vieira.

24. Belchior Gato nasceu c.1596. Ele casou-se com Beatriz Luís.

25. Beatriz Luís nasceu c.1606.

madrinha em 1639

26. Jorge Fernandes nasceu cerca de 1581. Ele casou-se com Bárbara Ramalho.

O quarto grau de dispensa entre João Marques Fernandes e Ágada Luís de Sousa parece indicar que Jorge Fernandes e Gregório Fernandes seriam irmãos, ou alternativamente, Jorge seria irmão de Clara Jorge.

ou irmão da Clara Jorge?

27. Bárbara Ramalho nasceu cerca de 1591. Ela faleceu em 26 dezembro 1667 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.


Sexta Geração

34. Adão Gonçalves nasceu cerca de 1581. Ele faleceu em 12 março 1643 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge. Adão casou-se com Catarina de Valença.

35. Catarina de Valença nasceu cerca de 1591. Ela faleceu em 2 agôsto 1666 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

40. (?) Baltazar Gregório nasceu cerca de 1550. Ele casou-se com a descobrir.

41. a descobrir.

48. Belchior Gato nasceu c.1566. Ele casou-se com Maria da Cunha.

contribuição: 20

Poderia ser irmão da Perpetua Dias Netto, o que vem do grau de parentesco no casamento do desc.

Maria da Cunha com Manuel Dias Cerveira

49. Maria da Cunha nasceu c.1576.

Genealogia 383: Genealogia do Padre Francisco das Chagas Vidal e Mendonça


Primeira Geração

1. padre Francisco das Chagas Vidal e Mendonça nasceu1 em 6 outubro 1739 em Horta (Angústias), ilha do Faial. Migrou para o Rio de Janeiro com seus pais e alguns parentes

Fontes

1. NEPS - Genealogias, http://sarmento.eng.uminho.pt/neps/genealogias.htm, Horta - Angústias, 17 abr 2009.

Segunda Geração

2. Manuel Vidal nasceu em 12 setembro 1706 em Horta (Angústias), ilha do Faial. Ele casou-se com1 Helena Maria em 16 novembro 1738 em Horta (Angústias), ilha do Faial.

3. Helena Maria nasceu2,3 em 28 setembro 1711 em Horta (Angústias), ilha do Faial.

Fontes

1. NEPS - Genealogias, Horta - Angústias, 17 abr 2009.
2. Arquivo da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro, Habilitação De Genere de Francisco das Chagas Martins de Ávila e Souza.
3. Arquivo da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro, Sé, Casamentos 7,49v.

Terceira Geração

4. Antônio Pimentel de Mendonça nasceu em Santa Cruz, ilha das Flores. Ele casou-se com Apolônia Vidal.

5. Apolônia Vidal foi batizada em 8 novembro 1662 em Horta (Santíssimo Salvador), ilha do Faial .

6. Antônio de Ávila nasceu em Feteira, ilha do Faial. Ele casou-se com1 Maria Correia em 21 novembro 1707 em Horta (Angústias), ilha do Faial.

7. Maria Correia nasceu em Horta (Angústias), ilha do Faial e foi batizada2 em janeiro 1690 em Horta (Angústias), ilha do Faial .

Fontes

1. Arquivo Pessoal de Helder Oliveira, 18 ago 2007.
2. Arquivo Pessoal de Helder Oliveira, 18 ago 2007.


Quarta Geração

8. Pedro de Mendonça casou-se com Maria Pimentel.

9. Maria Pimentel.

10. Baltazar Rodrigues faleceu em 8 setembro 1676 em Horta (Angústias), ilha do Faial. Ele casou-se com Beatriz Farto.

11. Beatriz Farto.

12. Francisco de Vargas Leal casou-se com Bárbara Guedes.

13. Bárbara Guedes.

14. Francisco Rodrigues Correia nasceu em Horta (Angústias), ilha do Faial. Ele faleceu1 em 4 abril 1701 em Horta (Angústias), ilha do Faial. Francisco casou-se com Francisca Garcia Rodrigues.

15. Francisca Garcia Rodrigues nasceu em Horta (Angústias), ilha do Faial. Ela faleceu em 12 agôsto 1737 em Horta (Angústias), ilha do Faial.

Fontes

1. NEPS - Genealogias, Horta - Angústias, 17 abr 2009.

Quinta Geração

28. Diogo Rodrigues casou-se com Bárbara Goulart Duarte.

29. Bárbara Goulart Duarte faleceu1 em 8 agôsto 1667 em Horta (Angústias), ilha do Faial.

30. Antônio Garcia casou-se com Maria Correia.

31. Maria Correia.

Fontes

1. AMATO, Marta, Três ramos Garcia: Uma só origem, Revista GenTree : Genealogia & História - Ano I, número 1. São Paulo, 2001, pg.20.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Genealogia 382: Família Fixer no Topo, Revisada

Após escrever uma postagem sobre a nebulosa família Pereira Fixer do Topo, decidi revisar os batismos do filhos do casal Manuel Pereira e Maria Pereira, que são apontados como os pais de Caetano e Catarina Fixer, percebi que o casal na verdade era Manuel Pereira Teixeira, mariante, e Maria Pereira, dos quais eu tinha achado o casamento, mas cujos filhos eu tinha agrupado erronaneamente em três casais diferentes: Manuel Pereira Fixer e Maria do Rosário Pereira, Manuel Pereira e Maria Pereira, e Manuel Pereira Teixeira e Maria Pereira.

Primeira Geração

1. Manuel Pereira Teixeira "mariante" nasceu em Topo, ilha de São Jorge.

Manuel casou-se com Maria Pereira, filha de Bartolomeu Fernandes Pereira e Úrsula Ferreira, em janeiro 1702 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge. Maria nasceu em Topo, ilha de São Jorge e foi batizada em 2 novembro 1681 em Topo, ilha de São Jorge .

pp francisco lopes de sousa e s/f ana de sousa

Manuel e Maria tiveram os seguintes filhos:

2 M i. Estêvão Pereira nasceu em 23 dezembro 1702 em Topo, ilha de São Jorge.

solteiro em 1722, 1728

ESTEVAO -0 manuel pereira e maria pereira

23-12-1702

pp manuel [...] maria joão

3 F ii. Maria Pereira nasceu em 30 maio 1704 em Topo, ilha de São Jorge.

pp José pereira teixeira casado

solteira em 1727

4 M iii. Bartolomeu nasceu em 24 agôsto 1709 em Topo, ilha de São Jorge.

pp josé teixeira e agada pereira filhos de Bartolomeu pereira e ursula ferreira

filho de manuel pereira mariante e maria pereira

5 F iv. Catarina Pereira Fixer nasceu em 30 abril 1711 em Topo, ilha de São Jorge.

pp Manuel Fernandes Vieira n. Terceira e Catarina Santa filha de Diogo Teixeira

da Silveira e Maria Silveira

http://pg.azores.gov.pt/drac/cca/biblioteca_digital/SJCTB1704-1719/

SJCTB1704-1719_item1/P129.html

filha de manuel pereira e maria pereira

Catarina casou-se com Antônio Pereira da Silva. Antônio nasceu em Angra do Heroísmo (Sé), ilha Terceira.

6 M v. Caetano (I) nasceu em 17 junho 1713 em Topo, ilha de São Jorge.

pp josé leal filho de amaro de sousa leal e isabel dias, teresa pereira filha de

bartolomeu pereira e ursula ferreira

http://pg.azores.gov.pt/drac/cca/biblioteca_digital/SJCTB1704-1719/

SJCTB1704-1719_item1/P168.html

filho de manuel pereira e maria pereira

7 M vi. José nasceu em 16 março 1716 em Topo, ilha de São Jorge.

filho de manuel pereira e maria pereira

pp joao vieira flores e s/m luzia silveira

8 M vii. José nasceu em 15 março 1718 em Topo, ilha de São Jorge.

pp Antonio Álvares Francisco e Ágada Pereira filha de Bartolomeu Pereira e

Úrsula Ferreira

filho de manuel pereira e sua mulher Maria

9 M viii. Caetano Pereira Fixer nasceu em 1 março 1721 em Topo, ilha de São Jorge. Ele faleceu em 28 abril 1771 em Topo, ilha de São Jorge.

pp manuel da costa e s/m josefa do nascimento

filho de manuel pereira e maria pereira

http://pg.azores.gov.pt/drac/cca/biblioteca_digital/SJCTB1719-1732/

SJCTB1719-1732_item1/P39.html

Aos vinte, e oito dias do mez de Abril de mil sette centos settenta e hum faleceo

da vida prez.te com todos os sacram.tos sendo de idade de quarenta e oito

annos poco mais ou menos Caetano P.ra Fixar Cazado com Antonia M.a, na.l e

freguez desta Matriz de Nossa Sn.ra do Roz.ro desta V.a nova do Topo onde foi

sepultado, nao fez testam.to, e por ser pobre lhe fez o Colegio o acompanham.

to gratis de q fiz este termo q assino = O V.V.ro An.to Caetano de Souza

http://pg.azores.gov.pt/drac/cca/biblioteca_digital/SJCTO1770-1826/

SJCTO1770-1826_item1/P10.html

Caetano casou-se com Antônia do Rosário, filha de Henrique Fernandes da Costa e Maria do Rosário. Antônia nasceu em 12 junho 1722 em Topo, ilha de São Jorge.

gonçalo lopes teixeira e s/f isabel maria

Ascendência de Caetano Pereira Fixer

Primeira Geração

1. Caetano Pereira Fixer nasceu em 1 março 1721 em Topo, ilha de São Jorge. Ele faleceu em 28 abril 1771 em Topo, ilha de São Jorge. Será que este Caetano é realmente o Caetano Pereira Fixer? Sem dúvida ele tem uma irmã Catarina, mas será que é o mesmo? O Caetano P. Fixer faleceu em 1771 com mais ou menos 48 anos, o que daria 1723 para seu nascimento. Levantei todos os batismos nesta época e não achei outros Caetanos que pudessem oferecer melhores opções. As dúvidas seguem em aberto.

Caetano casou-se com Antônia do Rosário, filha de Henrique Fernandes da Costa e Maria do Rosário. Antônia nasceu em 12 junho 1722 em Topo, ilha de São Jorge.

Segunda Geração

2. Manuel Pereira Teixeira "mariante" nasceu em Topo, ilha de São Jorge. Ele casou-se com Maria Pereira em janeiro 1702 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

3. Maria Pereira nasceu em Topo, ilha de São Jorge e foi batizada em 2 novembro 1681 em Topo, ilha de São Jorge .

Terceira Geração

4. André Pereira Teixeira Brasil nasceu c.1629. Ele casou-se com Concórdia João em 16 fevereiro 1659 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

5. Concórdia João nasceu c.1639.

6. Bartolomeu Fernandes Pereira faleceu em 12 abril 1695 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Ele casou-se com Úrsula Ferreira em 8 janeiro 1681 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

7. Úrsula Ferreira foi batizada em 18 janeiro 1659 em Topo, ilha de São Jorge .

Quarta Geração

8. André Dias Teixeira nasceu c.1599. Ele casou-se com Catarina Pereira.

9. Catarina Pereira faleceu em 30 março 1661 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

10. Mateus Fernandes Teixeira nasceu c.1590. Ele faleceu em 3 setembro 1654 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Mateus casou-se com Maria Álvares d' Oliveira (bisneta).

11. Maria Álvares d' Oliveira (bisneta) nasceu c.1600.

12. Antonio Fernandes "mariante" (beirão?) casou-se com Maria Pereira em 25 maio 1637 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

13. Maria Pereira.

14. Nicolau Afonso nasceu cerca de 1626 em Urzelina, ilha de S.Jorge. Ele faleceu em 13 novembro 1693 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Nicolau casou-se com Maria Lourenço em 15 agôsto 1656 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge.

15. Maria Lourenço nasceu c.1636.

Quinta Geração

22. Diogo de Matos Mendes nasceu c.1570. Ele faleceu em 17 abril 1634 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Diogo casou-se com Isabel Álvares d' Oliveira.

23. Isabel Álvares d' Oliveira nasceu c.1580. Ela faleceu em 27 março 1667 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

26. Bartolomeu Dias casou-se com Maria Pereira.

27. Maria Pereira.

28. Francisco Soares nasceu c.1596 em Urzelina, ilha de S.Jorge. Ele casou-se com Úrsula Madeira.

29. Úrsula Madeira nasceu c.1606 em Urzelina, ilha de S.Jorge.

30. Francisco de Freitas nasceu c.1587. Ele faleceu em 5 setembro 1651 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Francisco casou-se com Maria Ferreira.

31. Maria Ferreira nasceu c.1597. Ela faleceu em 17 junho 1666 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

Sexta Geração

46. Bartolomeu Gomes Beirão nasceu c.1550. Ele casou-se com Bárbara Machado.

47. Bárbara Machado nasceu c.1560.

60. ancestral a descobrir dos Freitas.

62. Família " Rosa Ferreira Lourenço".

Sétima Geração

92. Domingos Vieira Machado casou-se com Isabel Casado.

93. Isabel Casado.

94. Bartolomeu Simão nasceu c.1530. Ele casou-se com Maria Álvares d' Oliveira.

95. Maria Álvares d' Oliveira nasceu c.1540.

Oitava Geração

184. Bartolomeu Gomes casou-se com Francisca Vieira Machado.

185. Francisca Vieira Machado nasceu c.1618.

190. Joz Goulart nasceu c.1500. Ele casou-se com Maria Álvares.

191. Maria Álvares.

Nona Geração

370. Francisco Pires MACHADO casou-se com Apolônia Dias TEIXEIRA.

371. Apolônia Dias TEIXEIRA nasceu c.1520.


Décima Geração

740. Pedro Lourenço MACHADO casou-se com Catarina Dias VIEIRA.

741. Catarina Dias VIEIRA.

742. João Dias HOMEM casou-se com Suzana Gonçalves TEIXEIRA.

743. Suzana Gonçalves TEIXEIRA nasceu c.1491.

760. fonte comum dos Goulart.


Décima-primeira Geração

1480. Afonso LOURENÇO casou-se com Marquesa Gonçalves MACHADO.

1481. Marquesa Gonçalves MACHADO.

1482. Diogo Álvares VIEIRA casou-se com Beatriz CAMACHO.

1483. Beatriz CAMACHO.

1484. Sebastião Dias SALAZAR casou-se com Senhorinha GONÇALVES.

1485. Senhorinha GONÇALVES.

1486. André Gonçalves TEIXEIRA nasceu c.1490. Ele casou-se com Isabel Pires de SOUSA.

1487. Isabel Pires de SOUSA nasceu c.1500.

Evolução 47: Biologia Especulativa I, ou, a Ilha de Vera Crux


Um dos fatores que contribuíram para que a América do Sul tivesse uma fauna bem característica foi o isolamento sofrido por este continente. Não existiu conexão terrestre entre as Américas por cerca de 70 milhões de anos, e as ligações com a Antártida cessaram há cerca de 50 milhões de anos ou mais. Graças a isso a fauna sul-americana evoluiu no isolamento, e se nos concentramos no caso específico dos mamíferos este endemismo "forçado" gerou uma série de grupos peculiares, como os tatus, preguiças, tamanduás, mamíferos ungulados extintos, e marsupiais didelfimorfos (gambás). Há cerca de 31 milhões de anos atrás, os ancestrais dos símios platirrinos (saguis e micos) e roedores caviomorfos (paca, capivara, cutia, porquinho-da-índia, ouriço-caixeiro, ratão-do-banhado, chinchila) chegaram vindos da África Ocidental, atravessando o Atlântico de uma forma ainda inexplicada. A estes dois estratos juntaram-se, quase 30 milhões de anos depois, os procionídeos, família que inclui os quatis e guaxinins, ditos "saltadores-de-ilhas", porque parecem ter atravessado as ilhas do Caribe antes que o istmo centro-americano se formasse. Apenas por volta de 3 milhões de anos atrás, o Istmo do Panamá consolidou-se com uma ponte terrestre, ligando as faunas do Norte e do Sul das Américas. Graças a esta ponte é que chegaram à América do Sul os estratos mais recentes de sua fauna, ou seja, ruminantes, lhamas, porcos, mastodontes, cães, gatos, ursos, furões, lontras, antas, e diversos roedores setentrionais, como os ratos e esquilos. Normalmente é considerado que a migração de grupos mais "modernos" contribui para a extinção de muitos dos grupos autóctones sul-americanos, ainda que muitos destes tenha migrado para o Norte e lá se estabelecido, como os gambás, preguiças-gigantes e tatus, dentre outros. A interpretação usual é de que a competição levou à extinção de boa parte da diversidade original do Sul, que incluía uma série de ungulados característicos, muitos com desenvolvimentos evolutivos de uma paralelismo impressionante em relação a seus "rivais" do Norte. As ordens extintas do Litopternos e Notoungulados possuíam integrantes semelhantes a coelhos, cavalos, camelos, rinocerontes e hipopótamos, dentre outros. O grupo dos Esparassodontes, marsupiais carnívoros que se assemelhavam a gatos e cães, e chegaram até mesmo a produzir uma versão marsupial dos gatos-dente-de-sabre, extinguiram-se logo após o Grande Intercâmbio Americano (GReat American Interchange), como ficou conhecido este evento biogeográfico.


A Biologia Especulativa consiste em especular cenários alternativos à Evolução "normal" que ocorreu no nosso planeta, criando "mundos paralelos" caracterizados caminhos diferentes dos ocorridos na realidade. Podemos partir de uma simples pergunta:


COMO SERIA A FAUNA SUL-AMERICANA SE O GRANDE INTERCÂMBIO JAMAIS TIVESSE OCORRIDO?


Para começar a nossa especulação, parto do princípio, que jamais houve proximidade entre as Américas: vamos supor que a América do Sul continuou constituindo uma imensa massa de terra isolada, que batizarei de Ilha de Vera Crux, em referência ao primeiro nome dado pelos portugueses ao Brasil. Neste universo alternativo, roedores e primatas chegaram ao continente, vindos da África, mas após isso não houve novos intercâmbios faunísticos: nem os saltadores-de-ilha do Caribe, nem os invasores nórdicos aqui chegaram. Como ficaria e desenvolveria a fauna nativa?




MARSUPIAIS


Os Esparassodontes continuaram sendo os únicos mamíferos carnívoros de Vera Crux, durante Mioceno produziram formas vagamente felinas como os Borrienídeos (Borhyaenidae), e o insólitos dente-de-sabres Tilacosmilídeos (Thylacosmilidae). A única competição como predadores vinha das fantásticas aves corredoras Forusraciformes, algumas com tamanhos gigantescos, e dos crocodilos zifodontes Sebecídeos (Sebecidae), que eram mais adaptados à vida na terra firme que os crocodilos e jacarés atuais.


No Nosso Mundo, todos os três grupos entraram em declínio após a chegada dos mamíferos da ordem dos Carnívoros, mas em Vera Crux, eles podem ter persistido. Os Forusraciformes continuaram dominando os terrenos mais abertos, espalham-se pelos campos, cerrados e caatingas, como os carnívoros mais velozes. Na Amazônia, onde a vegetação densa dificultaria a locomoção, predominam os neoborrienídeos felinos, dentre as quais a onça-marsupial Thylaconca jaguara, e o urso-marsupial Perarctos amazonicus. Os tilacosmilídeos persistiram até o Plistoceno, mas se extinguiram (como os gatos dentes-de-sabre em Nosso Mundo) com o fim da Megafauna. Com mais nichos ecológicos a serem preenchidos, os gambás sofreram uma grande irradiação adaptativa pós-Miocênica, originando pequenos carnívoros semelhantes a texugos e carcajus, os Trochodelphyidae como o Trochodelphys ferox, o Diabo-da-Patagônia (Sarcophiloides patagonicus) e o Diabo-da-Amazônia (Sarcophiloides amazonicus) , e o chacal-marsupial (Thylacothous necrophagus), e carnívoros aquáticos como as lontras-marsupiais Peralutra aquatilis, Thylacohydra brasiliensis, e Pteronuroides maximus. O nicho dos guaxinims e quatis também foi ocupado pelos gambás, como o jupará-marsupial Dendrothylax arboreus, e o guaxinim-marsupial Peraprocyon omnivorus, enquanto que o papel dos gatos-do-mato e iraras ficou ocupado por Esparassodontes hatliacinídeos, como a irara-marsupial Pseudomartes hylaea e a jaguatirica-marsupial Thylacailurus pardellus.Outro grupo de gambás imitou os cangambás, aperfeiçoando suas glândulas fétidas, o cangambá-gigante (Pseudomephitis plattina) e seu parente dos pampas (Pseudomephitis cana).




XENARTROS


Tamanduás, tatus e preguiças persistiram, como no Nosso Mundo, mas os gliptodontes e preguiças-gigantes, abundantes até o Plistoceno, padeceram da mesma extinção que acometeu a Megafauna sul-americana.Os tamanduaís, entretanto, evoluíram para diversas formas correpondentes aos esquilos, os Microtamanduidae.


UNGULADOS PRIMITIVOS


Sem a competição com os invasores do Norte, os diversos grupos de ungulados continuaram a se diversificar, ainda que muitos tenham sofrido com a extinção plistocênica que dizimou alguns de seus maiores integrantes. Sem a competição dos cavalos genuínos, os pseudo-cavalos da família dos Proteroterídeos persistiram e constituem parte importante da fauna campestre. O Pseudocavalo (Pseudocaballus autochthon) habita boa parte da América do Sul, e conta com a companhia dos Macrauquenídeos que não tiveram que confrontar-se com os camelos e cervos do Nosso Mundo. Graças isso, formas cursoriais desenvolveram-se livremente, chegando a forma de pescoço mais comprido como a Pseudogirafa (Pseudogiraffa macrauchenidea), e os Pseudocamelos (Pseudocamelus agrestis) da região Nordeste, parentes próximos das pseudolhamas andinas (P. andinus). No entanto, os nichos de animais herbívoros foram também ocupados pelos roedores gigantes, que são citados mais abaixo. Um subgrupo dos Proteroterídeos, o dos Megadolodíneos onívoros, desenvolveu adaptações mais onívoras e ocupou parte dos nichos ecológicos dos porcos-do-mato, levando ao pseudocateto (Tayassumimus robustus), e ao porco-dos-canaviais (Ailuropodochoerus cannivorus), semelhante aos pandas. Ocupando as áreas mais frias da Patagônia, deram origem aos porcos-ursinos (Arctochoerus megadolodus) e porcos-glaciais (Ovibovaster patagonicus).


Os Notoungulados tipotérios mantiveram-se como substitutos naturais do coelhos e lebre, e seu mais conhecido em Vera Crux é o Tapitirana (Pseudolagotherium veracrucense), e uma família similar foi a dos pseudo-cabritos (Notocapridae), que substituem os pequenos antílopes e cabras do Velho Mundo, como os Pseudocabritos Notocaper haedoides e Notocaper cerviculus. A competição com os roedores dasiproctídeos decaiu muito o número de espécies.






ROEDORES CAVIOMORFOS


Os cavimorfos têm em Vera Crux os mesmos representantes do Nosso Mundo, tais como pacas, capivaras, cutias, ouriços-caixeiros, chinchilas, viscachas, preás, ratos-de-espinho. Sem a presença dos ratos, os ratos-de-espinho ocuparam todos os nichos possíveis, enquanto que capivaras enormes ocuparam o nicho das antas, com a grande Capivara-tapir (Hydrochoerops tapirinus) sendo uma dos maiores animais, ultrapassando os 300 kg de peso. As pacaranas-gigantes descendentes dos Foberomídeos do Mioceno ocuparam os nichos dos bois e rinocerontes, e atingiram tamanhos enormes durante o Plistoceno, mas sobreviveram na forma do Búfalo-do-Pantanal (Bubalomys paludicola), e das vacas-roedoras do Cerrado (Agoutibos vaccinus). A paca-gigante-andina (Mancotherium montanum) é menor e de pêlo-escuro. Formais mais ágeis se assemelham a alces e cervos, tais como o Pseudocervo (Elaphomys fulvus). As cotias-corredoras (Dromagouti anura) possuem pernas longas e são grandes velocistas, e os suassuranas (Myoprox cervicula) vivem nas florestas.


Os ouriços-caixeiros, Coendouidae (uma vez que no mundo de Vera Crux não existe o porco-espinho-norte-americano, Erethizon dorsatus, que dá nome à família Erethizontidae no NM) sem a competição de herbívoros mais avançados, evoluíram para enormes tamanhos, e desenvolveram couraças espinhosas com grandes espigas caudais e dorsais, de certa forma convergindo com os gliptodontes. As formas maiores extinguiram-se junto com a megafauna, mas um grupo de animais espinhosos do tamanho de porcos, e o queixada-espinhosa (Spinosus hystrichinus) espalha-se pelo Brasil inteiro. Outro grupo próximo, o dos mapinguaris, desenvolveu um estilo de vida semelhante ao das preguiças-gigantes, e deixou sobreviventes atuais, como o mapinguari-vermelho (Acanthotherium rufum), da Amazônia, e o mapinguari-de-cara-dourada, do Sudeste (Acanthotherium orientale). O mapinguari-do-Pantanal (Echinomegatherium paludinosum) é castanho-claro, e o mapinguari-do-Cerrado (E. albescens), esbranquiçado.




PRIMATAS


Os micos e saguis diversificaram-se como no nosso mundo, mas a evolução em Vera Crux permitiu a existência de algumas grandes formas terrícolas semelhantes a gorilas, tais como o Curupira (Hesperogorilla ateloides), e espécies muito pequenas que substituem os esquilos, como o micos-esquilos (Sciurocebus nanus, Nanocebus sciureus, Cebiscus microps).




AVES


As Forusraciformes carnívoras são as principais velocistas em Vera Crux, e são os predadores dominantes. O pássaro-guepardo (Acinonychornis brasilis) é de um grupo de ágeis predadores, enquanto a corpulenta seriema-hiena (Cariamaena ossifraga) alimenta-se de carniça. O pássaro-cachorro (Cynalectryon pamparum) vive em matilhas. As falsas-avestruzes (Pseudostruthio pantophagus) vivem em manadas, e assemelham-se às emas, sendo onívoras.
Os grandes urubus gigantes (Teratornithidae) não se extinguiram, e desenvolveram algumas formas corredoras, como o Geovultur giganteus. Um parente menor destes, o Cynornis cadaverinus, vive nos campos de Roraima.
A ema possui parentes ainda maiores, como a Altavis araucariae araucariae, que se alimenta de pinhões a mais de dois metros de altura e a Altavis araucariae cisplattina, dos pampas.


Como as aves voam, sua capacidade em transpor grandes superfícies de água, aliada ao registro fóssil muItálicoito fragmentário na América do Sul torna difícil identificar com clareza quais seriam os grupos de pássaros que migraram após o Grande Intercâmbio. Certos grupos tanto poderiam atravessar o Mar do Caribe como vir da África. Em Vera Crux, considero conceitualmente que a travessia pelo Caribe está impossibilitada. Grupos como os Trogoniformes, Coraciiformes, Aves Canoras mais modernas não conseguiram chegar ao Sul.
OFÍDIOS
Sem o Istmo do Panamá, várias famílias de serpentes jamais alcançaram a América do Sul, como os Elapídeos (corais) e os Crotalídeos (cascavéis e jararacas), não havendo cobras venenosas em Vera Crux. A boiaçu (Eunectoboa monstruosa) é uma espécie de sucuri gigantesca e semiaquática. Com a ausências das cobras mais avançadas (Caenophidia), seu papel na América do Sul foi preenchido pelos Aniliídeos, que possuem mais de cem espécies. Significa dizer que em Vera Crux não existem corais, verdadeiras ou falsas, cobras d'água, caninanas e nenhum espécie de cobra venenosa (jararacas, urutus, cascavéis e corais).


CROCODILIANOS


Os Crocodilos terrestres zifodontes carnívoros entraram em declínio, mas persistiram duas espécies sobreviventes: o teiurubu-açu (Cathartosuchus sylvaticus), carniceiro da Amazônia, e o pequeno teirubuí Thoosuchus guyanensis dos campos de Roraima.

CONSEQUÊNCIAS NO NORTE

Sem o intercâmbio, a América do Norte também não recebeu seus imigrantes do Sul, assim a composição da fauna das regiões tropicais da América do Norte, ou seja, México, península de Yucatan e os resquícios da América Central que existem neste universo alternativo não possuem macacos, tatus, capivaras, pacas, cutias, porcos-espinho, tamanduás e preguiças. Além disso, sem a América do Sul para se espalhar diversos grupo nórdicos, que se diversificaram no Sul e reinvadiram o Norte, não seriam tão variados. Grupos incluem os gatos-do-mato, o puma, a onça, os cachorros-do-mato, os cervídeos e porcos-do-mato, dentre outros. A única espécie remanescente de anta seria o tzemen, ou anta-americana (Acrocodia bairdii). Como neste universo não existem antas na América do Sul, o nome tapir não é aplicado às antas, mas aos roedores gigantes. Assim sendo, o nome genérico das antas no universo VC não é Tapirus, mas Acrocodia, e só existem duas espécies, a anta-americana, e a anta-malaia.
Acredita-se que tanto o puma como a onça em NM descendam de ancestrais nortistas que se espalharam pela América do Sul, e aí deram origem às espécies atuais. Na linha evolutiva de VL, os grandes felinos dos gêneros Puma e Panthera ficaram "encurralados" nas matas da América Central, e assim temos apenas o ocelotl (Leopardus pardalis), o remanescente mexicano da jaguatirica, e o tlatlauhquiocélotl (Panthera novaehispaniae), uma versão mais modesta da onça-pintada.
A ausência de macacos fez com que os esquilos atingisse uma grande diversificação evolutiva, gerando uma linhagem de grande tamanho nas matas de Yucatana. O Megalosciurus pithecoides é um esquilo de mais de 8kg de peso, e 55cm de comprimento. A única espécie de porco-selvagem existente é o porco-asteca, (Dicotyles labiatus), uma versão do cateto de NM. Os procionídeos também não puderam se diversificar no Sul, assim no universo de VC não existem guaxinins, juparás e quatis, apenas os cacomistles (Procyon astutus e P. sumichrasti), que contam com uma terceira espécie exclusiva do mundo de VC, o racum (Procyon lotor) que ocupa o nicho-ecológico do racum (guaxinim, Procyon lotor) do Nosso Mundo. Como a primeira espécie classificada foi este cacomistle-racum, o gênero acabou recebendo o mesmo nome de Procyon, embora não seja a mesma espécie de NM. Completam a família os olingos (Bassaricyon spp.) e seus parentes maiores, os olingos-macaco (Bassaripithex prehensilis), que também ocupam nichos ecológicos dos macacos frugívoros. Não existem camelídeos americanos na versão VC, já que lhamas e guanacos jamais evoluíram nas montanhas da América do Sul.
Outra característica das matas mexicanas é a ausência de papagaios, que são substituídos pelos trogoniformes.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Evolução 46: Era uma vez três leões...

Nenhuma espécie de mamífero carnívoro teve uma distribuição tão extensa quanto o Leão (Panthera leo), que no final do Plistoceno espalhava-se pela África, Europa, Ásia Ocidental até a Índia, Sibéria, América do Norte e América Central. Durante muito tempo se discutiu o verdadeiro status das diversas populações existentes, com a classificação tradicionalmente agrupando-as em quatro grupos de subespécies: o Leão "moderno" (Panthera leo leo), da África, sul dos Balcãs e Ásia sul-ocidental, o único ainda existente, o Leão-das-cavernas, da Eurásia (Panthera leo spelaea), os igualmente Leão-da-Beríngia, ou Leão-das-cavernas-oriental (Panthera leo vereshchagini), da Sibéria Oriental, Alaska e Noroeste do Canadá, e o Leão-americano (P. leo atrox), ocupando as Américas do Norte e Central, abaixo da linha das geleiras. Estudos genéticos a partir de espécimes fósseis revelou que na verdade os "leões" dividiam-se em três espécies distintas: o leão-moderno (Panthera leo), o leão-das-cavernas da Eurásia e Beríngia (Panthera spelaea, com duas subespécies spelaea e vereshchagini), e o leão-americano (Panthera atrox).




BARNETT,R. et alii (2009). Phylogeography of lions (Panthera leo ssp.) reveals three distinct taxa and a late Pleistocene reduction in genetic diversity. Molecular Ecology Volume 18 Issue 8, pgs 1668-1677, abril de 2009.

Evolução 45: A Árvore dos Velocirráptores e Pássaros

Uma imagem que vale por mil palavras:

Fonte: Turner, A, D. Pol and J.A. Clarke G. Erickson and M.A. Norell. 2007. A Basal Dromaeosaurid and Size Evolution Preceding Avian Flight. Science. 317:1378-1381.




domingo, 12 de abril de 2009

Genealogia 381: A Origem dos Amaro da Silveira

A família Amaro da Silveira é uma das mais antigas do Rio Grande do Sul, remontando aos primórdios da colonização do Rio Grande, originando-se em dois irmãos, Manuel e Francisco, que passaram pelo domínio espanhol, e deixaram vasta descendência tanto no Brasil como no Uruguai. Os irmãos eram filhos Amaro José da Silveira, também conhecido como Amaro Silveira de Quadros e Beatriz Maria do Rosário. Descobri o batismo do Amaro, na freguesia de Nossa Senhora das Neves do Norte Grande, na ilha de São Jorge, no arquipélago dos Açores.



http://pg.azores.gov.pt/drac/cca/biblioteca_digital/SJVNGB1725-1737/SJVNGB1725-1737_item1/P52.html

Amaro filho de An.to da Sylvr.a Machado e de Thereza M.do naturais e moradores(?) nas(?) esta freguezia de Norte gramde nasceo em os dezacete dias do mez de 8bro deste prezente anno de mil sette centos e vinte e seis foi baptizado na Fonte Baptismal desta Parochial de Nossa Sr.a das neves deste dicto lugar por mim Jorge de Mattos Par.o Cura nesta mesma parochial em os dezanove dias do mesmo mes e Anno foram padrinhos Agostinho M.do solteiro f.o do alferes An.to da Silv.ra e Maria M.do Cazada com Joam C[...] todos m.ors neste Lugar de [...] com testemunhas prezentes[...] An.to Alves Beiram moradores neste mesmo Lugar dia mes e hera ut Sup. = O Vice V.ro Jorge de Mattos Per.a = Paschoal Pereyra Machado = AN.to Alves Beiram.



Primeira Geração

1. Amaro José da Silveira (de Quadros) nasceu em 17 outubro 1726 em Norte Grande, ilha de S.Jorge. Ele faleceu em 19 março 1793 em Rio Grande-RS, filho de Antônio da Silveira Machado e Teresa de Jesus Machado.

Amaro casou-se com (1) Beatriz Maria do Rosário, filha de Manuel Machado de Souza e Ana Machado Vilalobos. Beatriz nasceu em Norte Grande ou Santo Amaro, ilha de S.Jorge. Ela faleceu em 25 maio 1791 em Rio Grande-RS.

Eles tiveram os seguintes filhos

2 F i. Felícia nasceu em 5 agôsto 1751 em Norte Grande, ilha de São Jorge e foi batizada em 16 agôsto 1751 em Norte Grande, ilha de São Jorge .

3 F ii. Rosa nasceu em 26 outubro 1753 em Norte Grande, ilha de São Jorge e foi batizada em 29 outubro 1753 em Norte Grande, ilha de São Jorge .

4 M iii. João nasceu em 19 junho 1756 em Rio Grande-RS.

5 M iv. Antônio nasceu em 19 junho 1756 em Rio Grande-RS.

+ 6 M v. Manuel Amaro da Silveira nasceu em 29 setembro 1758.

+ 7 M vi. Francisco Amaro da Silveira nasceu em 11 agôsto 1760.

Amaro também casou-se com1 (2) Maria Joaquina da Assunção, filha de Manuel Jerônimo de Souza e Rosa Maria, em 14 agôsto 1791 em Rio Grande-RS. Maria nasceu em 25 março 1769 em Maldonado (Uruguai).

Eles tiveram os seguintes filhos

+ 8 F vii. Felícia Rosa da Silveira.


Segunda Geração

6. Manuel Amaro da Silveira (Amaro José da) nasceu em 29 setembro 1758 em Rio Grande-RS.

Manuel casou-se com Maria Antônia Muniz, filha de Jerônimo Muniz Leite e Maria Antônia da Rocha, em 21 dezembro 1778 em Maldonado (UY). Maria nasceu em Rio Grande-RS (domínio espanhol).

Eles tiveram os seguintes filhos

9 M i. José Amaro da Silveira nasceu em 1782.

10 M ii. Hilário Amaro da Silveira nasceu em 1784. Ele faleceu em 1844.

Hilário casou-se com Isabel Maria d' Ávila.

11 M iii. Jerônimo Amaro da Silveira nasceu em 1790 em Rio Grande-RS.

Jerônimo casou-se com Porfíria Dorotéia da Costa, filha de Antônio da Costa Pereira e Eugênia Maria de Menezes. Porfíria nasceu em 1796 em Piratini-RS.

12 F iv. Maria Antônia (Amaro) da Silveira nasceu em 1792 em Rio Grande-RS.

Maria casou-se com Astrogildo da Costa Pereira, filho de Antônio da Costa Pereira e Eugênia Maria de Menezes, em 19 dezembro 1812 em Porto Alegre-RS. Astrogildo nasceu em 11 outubro 1787 em Rio Grande-RS (Povo Novo).

13 M v. João Amaro da Silveira nasceu em 1778.

João casou-se com Damásia Maria de Freitas, filha de José Luís de Freitas e Clara Inácia de Jesus.

14 M vi. Vasco Amaro da Silveira nasceu em 1779.

Vasco casou-se com Maria Antônia de Freitas, filha de José Luís de Freitas e Clara Inácia de Jesus.

15 F vii. Balbina Antônia da Silveira.

Balbina casou-se com Antônio Luís de Freitas, filho de José Luís de Freitas e Clara Inácia de Jesus.

16 F viii. Francisca Amaro da Silveira.

Francisca casou-se com Clementino Luís de Freitas, filho de José Luís de Freitas e Clara Inácia de Jesus.

17 M ix. Dionísio Amaro da Silveira nasceu em 1811 em Piratini-RS.

Dionísio casou-se com Genésia Maria Antunes, filha de José Antunes Maciel e Esméria da Costa Pereira. Genésia nasceu em 1814.

18 M x. Manuel Amaro da Silveira (Filho).

Manuel casou-se com Maria Rodrigues Barbosa.

19 F xi. Firmina Amaro da Silveira.

20 F xii. Auta Maria Amaro da Silveira.

Auta casou-se com João dos Mártires Torres, filho de Antonio José Torres de Abreu e f.n. Luciana Francisca do Nascimento, em 7 agôsto 1828 em Pelotas-RS. João nasceu em 1798 em Pelotas-RS.

21 M xiii. Francisco.

22 M xiv. Firmino.

23 M xv. Dionísio.

7. Francisco Amaro da Silveira (Amaro José da) nasceu em 11 agôsto 1760 em Rio Grande-RS.

Francisco casou-se com Rosa Maria de Ávila, filha de Manuel de Ávila Machado e Rosa Maria Dias, em 1785 em Rio Grande-RS. Rosa nasceu em 1770.

Francisco e Rosa tiveram os seguintes filhos:

24 F i. Isabel Maria de Ávila nasceu em 19 novembro 1787 em Rio Grande-RS.

Isabel casou-se com Florisbelo dos Santos Pereira, filho de Antônio da Costa Pereira e Eugênia Maria de Menezes, em 14 junho 1808 em Piratini-RS. Florisbelo nasceu em 1 novembro 1785 em Rio Grande-RS.

25 M ii. Francisco Amaro da Silveira.

Francisco casou-se com Dionísia Tomásia de Souza, filha de Antônio Mâncio de Souza Leal e Tomásia Francisca Duarte.

8. Felícia Rosa da Silveira (Amaro José da) nasceu em Rio Grande-RS.

Felícia casou-se com José Pereira da Terra, filho de Antonio Pereira da Terra e Ana Silveira, em 27 fevereiro 1808 em Rio Grande-RS. José nasceu em Rio Grande-RS.

Eles tiveram os seguintes filhos

26 M i. Dunivioso da Silveira Terra nasceu em 24 abril 1809 em Herval do Sul-RS