domingo, 9 de agosto de 2009

Mitologia 31: Persephone

A deusa Persephone (variantes Phersep(h)one, Periphona, Pherephoneia, P(h)ersephassa e Perse-phatta) formava um par indissolúvel com sua mãe Demeter, da qual muitos a consideram um alter ego mais jovem. Embora seja uma versão muito bem consolidada a de que seja filha de Zeus e Deméter, aparecendo assim tanto em Homero como em Hesíodo, existiam algumas versões alternativas. Apolodoro a considera filha de Zeus e da deusa infernal Estige (ver Estige), e uma citação enigmática nos Hinos Órficos a faz filha de Zeus e de uma ninfa subterrânea: “ Eu invoco a ninfa Melinoe, subterrânea, de vestido cor de açafrão, que gerou perto das fontes do Kokytos a venerável Persephone, do leito de Zeus Crônion (...)”. Esta Melinoe é descrita como responsável por aparições fantasmagóricas, o que nos faz pensar tanto na espectral Hekate, como na colérica Demeter-Erinys ou na própria Styx.
A jovem Perséfone, então chamada simplesmente de Kora (Kore) “Menina”, brincava com suas amigas ninfas apanhando flores, rosas, açafrões, íris, jacintos e violetas nos aprazíveis Campos Niseus. Alguns dizem que as ninfas eram filhas do Oceano, outros que eles eram as Kharites, as Horai e as Moirai. Seu tio Hades, ansioso por uma esposa, já a cobiçava, e por meio de um estratagema de Gaia fez brotar um brilhante narciso. Maravilhada com a beleza e a fragrância, Kora se abaixou para colher a flor, quando um abismo se abriu e dele emergiu o sinistro Hades, em seu veloz carro puxado por cavalos negros do Erebos. Os gritos de Kora ecoaram pelo mundo, sendo ouvidos apenas por sua angustiada mãe Demeter, pela deusa Hekate em sua caverna e pelo grande Helios, o deus do Sol, aquele que tudo ouve e tudo vê.
Demeter vagou desesperadamente sem direção, carregando com duas tochas ardentes até que a ela se uniu a noturna Hekate. Juntas, foram falar com Helios, que com muito pesar lhes contou a verdade. A juvenil Kora havia sido raptada pelo rei dos antros subterrâneos. Em sua busca agoniante, Demeter já deixara de comer ou beber, e furiosa com seu irmão-esposo Zeus, que consentira com o rapto de sua filha, abandonou o Monte Olympos. Passou a viver entre os homens, incógnita, e durante este período ensinou seus mistérios a muitos reis e realizou muitos prodígios.
Vingativa, Deméter desafiou os deuses, prometendo nunca mais por os pés no Olimpo, e proibindo a terra de dar seus frutos. Um período de seca e fome terríveis abalou os homens. Sem ter o que comer ou plantar, os humanos pararam de oferecer sacrifícios aos olimpianos. Um por um, os deuses tentaram dissuadí-la de sua raiva, mas permaneceu inflexível.
Zeus por fim decidiu intervir e ordenou a seu irmão Hades que permitisse a volta de Kora à sua mãe. Hades, fingindo aceitar, concordou, mas antes através de uma artimanha conseguiu com que Kora comesse um grão de romã. Tendo feito uma refeição no Inferno, Kora não poderia mais deixar seu esposo. A partir deste instante, a jovem deusa passa dois terços do ano com sua mãe Demeter no Olympos, e o terço restante com seu esposo Hades. Entronizada no Tartaros, passou então a ser Persephone, a Rainha dos Mortos. Ao casal Hades e Persephone as tradições mais universais não atribuem nenhum filho, embora alguns mitógrafos falem de lendas periféricas segundo as quais as Erinyes seriam filhas do casal, assim como Artemis, no seu aspecto de Artemis Khthonia a “terrestre”.
Os mitos do rapto de Persephone encerram sem dúvida temas folclóricos muito comuns em vários povos. O mito da busca por uma deusa ou deus que acaba convertendo-se numa divindade da morte encontra-se esboçada em outras lendas gregas, como a de Orpheus e Eurydike, assim como em lendas egípcias (Ísis e Osíris; cólera de Sakhmet), japonesas (Izanagi e Izanami), suméria (Inana e Dumuzi) e hebraicas (Lilith; a mulher de Ló). A tradição do “Grande Inverno”, provocado pela cólera e fuga de uma divindade da vegetação também é outro tema recorrente entre as várias mitologias, por exemplo entre os hititas (desaparecimento de Telepinush) e os escandinavos (morte de Balder). Mitos assim devem ter raízes profundas, remontando a tempos neolíticos.
Em outras lendas o amante de Persephone não é Hades, mas o próprio Zeus em sua forma ctônia, transmutado em forma de serpente. Tais aparentes contradições parecem provar na verdade o número de tradições independentes que acabaram amalgamadas de forma imperfeita nos mitos de Perséfone. Também não podemos nos esquecer que um dos epítetos de Hades era Zeus Katakhthonios, o “Zeus Subterrâneo”, daí a ligação. O filho de Zeus e Perséfone seria Iakkhos (quase uma duplicata de Dionysos, uma criança divina venerada nos Mistérios) ou Zagreus o “Grande Caçador”.
A história de Zagreus, que era corrente principalmente nas tradições órficas, o considera uma espécie de “primeiro” Dionysos. Zeus o teria gerado em Persephone, quando esta estava escondida numa caverna siciliana por sua mãe Deméter. A criança, dotada de chifres, estava destinada a se tornar o herdeiro e sucessor de Zeus. Mas os Titãs, criaturas nascidas da Terra, não queriam que tal fato ocorresse. Com o rosto coberto de cal ( uma curiosa lenda baseada num falsa relação etimológica entre titan "titã" e titanos “cal, mármore”), os titãs atraíram a criança com brinquedos e o mataram, esquartejando-o e fervendo- num caldeirão. Zeus apareceu então e furioso fulminou os titãs. A continuação da história então prossegue com muitos finais divergentes. Dizem uns que das cinzas dos corpos dos titãs teriam sido feitos os seres humanos. Outros dizem que Zeus e os deuses reconstituíram o corpo a vítima. Outras lendas, possivelmente para se conciliar com as lendas tebanas de Dionysos, dizem que Zeus salvou apenas o coração de Zagreus. O deus então fez com que sua amada Semele o comesse, e assim ela depois gerou o “segundo” Dionysos.
Kora, "menina", feminino de Kouros "menino", deriva de *K^orwa, da raiz indo-européia *k^erH- "crescer".

Evolução 64: Arenysaurus, novo dinossauro espanhol

Paleontólogos espanhóis publicaram a descrição de uma nova espécie de dinossauro hadrossaurídeo, nomeada Arenysaurus ardevoli, em terrenos datados do final do Maastrichtiano, a última divisão do Período Cretáceo, em Aren (Huesca, nos Pireneus). O estudo detalhado dos restos fósseis indicam que ele era um membro muito primitivo da subfamília dos Lambeossauríneos, estando muito próximo do dinossauro asiático Amurosaurus e anterior à bifurcação que leva às tribos dos Corythosaurini e Parasaurolophini. Tudo parece indicar alguma conexão paleogeográfica entre Europa e Ásia no final do Cretáceo. A esta descoberta junta-se a

evidênciade que o hadrossaurídeo europeu Pararhabdodon isonensis era um parente próximo do chinês Tsintaosaurus, assim como a presença de um pequeno mamífero no Cretáceo espanhol, Lainodon, considerado como parte do grupo centro-asiático Zhelestidae.

Pereda-Suberbiola, X., Canudo, J.I., Cruzado-Caballero, P., Barco, J.L. López-Martínez, N. Oms, O. & Ruiz-Omenaca (2009) The last hadrosaurid dinosaurs of Europe: A new lambeosaurine from the Uppermost Cretaceous of Aren (Huesca, Spain), C. R. Palevol, doi:10.1016/j.crpv.2009.05.002

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Evolução 63: Pampa Castillo, sítio fóssil no sul do Chile

Na localidade de Pampa Castillo, no sul do Chile, estuda-se uma rica jazida paleontológica, datada do Mioceno Inferior (Santacruciano), com dezenas de espécies descritas.



MARSUPIALIA
Palaeothentidae
Palaeothentes pascuali
Palaeothentes minutus
Palaeothentes intermedius
Palaeothentes smeti (new species)
Borhyaenidae
Cladosictis sp.
Edentata
Dasypodidae
Prozaedius sp.
Proeutatus sp.
Glyptodontidae
Propalaeohoplophorus sp.
Megalonychidae
Hapalops sp. X ?
NOTOUNGULATA
Homalodotheriidae
Homalodotherium ?
Toxodontidae
Adinotherium sp.
Nesodon sp.
Interatheriidae
Protypotherium sp.
Hegetotheriidae
Hegetotherium sp.
ASTRAPOTHERIA
Astrapotheriidae
Astrapotherium sp.
LITOPTERNA
Proterotheriidae
Proterotherium sp.
Macraucheniidae
Theosodon cf. T. gracilis
RODENTIA
Chinchillidae
Prolagostomus pusilus
Prolagostomus profluens
Prolagostomus divisus
Pliolagostomus notatus
Echimyidae
Stichomys sp.?
Spaniomys riparius
Acarechimys cf. A. minutus
Acarechimys new sp. p
Dasyproctidae
Neoreomys australis ?
Scleromys sp. (‘Scleromys’ in Laventan)
Octodontidae
Sciamys principalis
Eocardiidae
Eocardia perforata
Schistomys erro
Erethizontidae
Steiromys duplicatus
Steiromys new sp.
Neoepiblemidae
Perimys impactus
Perimys scalaris
Perimys procerus
Perimys onustus
Perimys perpinguis

A new fossil mammal assemblage from the southern Chilean Andes: implications for geology, geochronology, and tectonics
Journal of South American Earth Sciences, Volume 15, Issue 3, July 2002, Pages 285-302
John J. Flynn, Michael J. Novacek, Holly E. Dodson, Daniel Frassinetti, Malcolm C. McKenna, Mark A. Norell, Karen E. Sears, Carl C. Swisher III, André R. Wyss

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Etimologia 66: Nomes de capitais européias

MADRID (MADRI) - do árabe Al-Mayrît, talvez "lugar das árvores"
LISBOA - do grego Olisippo, talvez do fenício Allis Ubbo
BERLIN (BERLIM) - do lusácio "pantanosa"
LONDRES (LONDON) - do latim Londinium, talvez do celta Caerludein "cidade de Ludd", ou de Lyndon "águas sombrias"
ROMA - do etrusco Ruma
PARIS - do latim Lutetia Parisiorum, "Lutécia dos Parisii". Os Parisii eram uma tribo gaulesa, do celta parisios "trabalhador ou artesão"
MOSKVA (MOSCOU) - do russo Grad Moskov, "cidade junto ao Rio Moskva", cujo nome remontar a uma língua fínica, significando "escuro ou turbulento"
VARSÓVIA
BUDAPEST (BUDAPESTE) - da junção das cidades de Buda, do nome do huno Bleda, irmão de Átila, e Pest, do eslavo pec "forno, fornalha".
BUCURES,TI (BUCARESTE) - do nome de um personagem lendário chamado Bukur.
AMSTERDAN (AMSTERDÃ) - de Amstelledamme, "pessoas vivendo junto ao rio Amstel".
KOPENHAGEN (COPENHAGUE)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Genealogia 432: Antão Lourenço Rebolo, Desterro

Primeira Geração

1. Antônio Lourenço Rebolo nasceu em Quatro Ribeiras, ilha Terceira.

Antônio casou-se com Rosa Jacinta. Rosa nasceu em Quatro Ribeiras, ilha Terceira.

Eles tiveram os seguintes filhos

+ 2 M i. Antão Lourenço Rebolo nasceu cerca de 1740 e faleceu em 26 julho 1810.

+ 3 M ii. Bartolomeu Vieira Rebolo.

+ 4 F iii. Josefa Rosa.

+ 5 M iv. Manuel Lourenço Rebolo.

6 M v. José Lourenço Rebolo nasceu em Quatro Ribeiras, ilha Terceira.

José casou-se com Joana Bernarda, filha de Manuel Mendes e Maria Antônia, em 2 julho 1767 em Florianópolis-SC (Desterro).

Segunda Geração

2. Antão Lourenço Rebolo (Antônio Lourenço) nasceu cerca de 1740 em Vila da Praia, ilha Terceira. Ele faleceu em 26 julho 1810 em Florianópolis-SC (Desterro).

Antão casou-se com Rosa da Conceição em 3 novembro 1772 em Florianópolis-SC (Desterro). Rosa nasceu em Vila da Praia, ilha Terceira.

Eles tiveram os seguintes filhos

7 M i. Joaquim José Álvares nasceu cerca de 1773 em Florianópolis-SC (Desterro).

Joaquim casou-se com Joaquina Rosa de Jesus, filha de Sebastião Machado de Aguiar e Isabel de Jesus, em 6 agôsto 1800 em Florianópolis-SC (Desterro). Joaquina nasceu em Florianópolis-SC (Necessidades).

8 F ii. Ana Rosa da Conceição nasceu cerca de 1781 em Florianópolis-SC (Desterro).

Ana casou-se com Antônio José Martins, filho de Jacinto José de Oliveira e Teodora Vicência de Jesus, em 21 novembro 1801 em Florianópolis-SC (Desterro). Antônio nasceu em Florianópolis-SC (Desterro).

9 M iii. José Antônio Álvares nasceu cerca de 1776 em Florianópolis-SC (Desterro).

José casou-se com Ana Joaquina, filha de Sebastião Machado de Aguiar e Isabel de Jesus, em 18 junho 1806 em Florianópolis-SC (Desterro). Ana nasceu em 10 agôsto 1787 em Florianópolis-SC (Necessidades) e foi batizada em 19 agôsto 1787 em Florianópolis-SC (Necessidades) .

10 F iv. Marcelina Rosa nasceu em Florianópolis-SC (Desterro).

Marcelina casou-se com João Antônio, filho de Bernardo Antônio e Caetana Luísa, em 13 maio 1809 em Florianópolis-SC (Desterro). João nasceu em São Pedro, arc. Braga (PT).

11 F v. Esperança Clara de Jesus nasceu em Florianópolis-SC (Desterro).

Esperança casou-se com José Pereira de Carpes, filho de Felipe Ago Pereira de Carpes e Anastácia Joaquina do Sacramento Rocha, em 15 outubro 1808 em Florianópolis-SC (Desterro). José nasceu em Florianópolis-SC (Desterro).

12 M vi. Manuel Antônio Lourenço.

Manuel casou-se com Maria Joaquina, filha de Roque Rodrigues Gomes Prates e Maria Joaquina Gomes Marzagão, em 27 maio 1797 em Florianópolis-SC (Desterro). Maria foi batizada em março 1795 em Florianópolis-SC (Desterro) .

3. Bartolomeu Vieira Rebolo (Antônio Lourenço) nasceu em Quatro Ribeiras, ilha Terceira.

Bartolomeu casou-se com Antônia do Nascimento, filha de Domingos Rodrigues Alfama e Rosa Mariana. Antônia nasceu em Florianópolis-SC (Desterro).

Eles tiveram os seguintes filhos

13 M i. Manuel Antônio Lourenço Rebolo nasceu em Florianópolis-SC (Lagoa).

Manuel casou-se com Teresa Clara de Jesus, filha de José Teixeira da Cunha de Oliveira e Eugênia Rosa, em 25 dezembro 1800 em Florianópolis-SC (Lagoa). Teresa nasceu em Florianópolis-SC (Necessidades).

14 M ii. Agostinho Vieira nasceu em Florianópolis-SC (Lagoa).

Agostinho casou-se com Albina Clara de Jesus, filha de Pedro José de Barcelos e Vicência Rosa, em 19 julho 1804 em Florianópolis-SC (Lagoa). Albina nasceu em Florianópolis-SC (Lagoa).

15 F iii. Ana foi batizada em 16 setembro 1783 em Florianópolis-SC (Lagoa) .

16 F iv. Luísa foi batizada em 27 novembro 1781 em Florianópolis-SC (Lagoa) .

4. Josefa Rosa (Antônio Lourenço) nasceu em Florianópolis-SC (Desterro).

Josefa casou-se com João Silveira Cardoso (filho), filho de João Silveira Cardoso e Maria de Faria, em 28 janeiro 1769 em Florianópolis-SC (Desterro). João nasceu em Pedro Miguel, ilha do Faial.

Eles tiveram os seguintes filhos

17 M i. Pedro Silveira Cardoso foi batizado em 15 julho 1781 em Florianópolis-SC (Lagoa).

Pedro casou-se com Faustina Clara da Conceição, filha de Pedro José de Barcelos e Vicência Rosa, em 25 dezembro 1800 em Florianópolis-SC (Lagoa). Faustina foi batizada em 8 dezembro 1783 em Florianópolis-SC (Lagoa) .

18 M ii. Vitorino foi batizado em 16 junho 1783 em Florianópolis-SC (Lagoa).

5. Manuel Lourenço Rebolo (Antônio Lourenço) nasceu em Quatro Ribeiras, ilha Terceira.

Manuel casou-se com (1) Ana de Jesus, filha de Manuel Borges e Maria de Jesus, em agôsto 1777 em Florianópolis-SC (Desterro).

Eles tiveram os seguintes filhos

19 M i. João Lourenço Borges nasceu em Florianópolis-SC (Desterro).

João casou-se com Vitorina Maria, filha de Manuel Ferreira e Antônia Maria, em 13 setembro 1800 em Florianópolis-SC (Desterro). Vitorina nasceu em Florianópolis-SC (Desterro).

Manuel também casou-se com1 (2) Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Arruda e Maria de Jesus, em 13 abril 1776 em Florianópolis-SC (Desterro). Maria nasceu em Florianópolis-SC (Desterro).

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Genealogia 431: Domingos Quadrado de Quadros

Primeira Geração

1. Domingos Quadrado de QUADROS.

Domingos casou-se com Isabel Soares de OLIVEIRA.

Eles tiveram os seguintes filhos

+ 2 F i. Maria de Oliveira de QUADROS nasceu c.1630.

+ 3 F ii. (??) Ágada de Oliveira de Quadros nasceu em 1647 e faleceu em 27 abril 1709.

4 F iii. Francisca de Oliveira nasceu madrinha 1667.

Segunda Geração

2. Maria de Oliveira de QUADROS (Domingos Quadrado de) nasceu c.1630.

Maria casou-se com Bartolomeu de Ávila e BETTENCOURT, filho de Francisco Evangelho VIEIRA e Maria de Ávila BETTENCOURT, em 9 outubro 1650 em Velas, ilha de S.Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

+ 5 M i. Francisco de Bettencourt e ÁVILA nasceu c.1664 e faleceu antes 16 janeiro 1716.

+ 6 F ii. Maria de Ávila nasceu c.1650.

+ 7 F iii. Francisca de Ávila Bettencourt faleceu em 2 abril 1665.

3. (hipótese) Ágada de Oliveira de Quadros (Domingos Quadrado de) nasceu em 1647. Ela faleceu em 27 abril 1709 em Velas, ilha de S.Jorge.

Ágada casou-se com Francisco Cardoso Marques de Sequeira, filho de Amaro Cardoso de SEQUEIRA e Maria da Conceição. Francisco nasceu c.1637.

Eles tiveram os seguintes filhos

8 F i. Maria do Rosário nasceu madrinha em 1700.

9 M ii. Manuel foi batizado em 15 janeiro 1663 em Velas, ilha de São Jorge.

10 M iii. Jorge foi batizado em 17 maio 1665 em Velas, ilha de São Jorge.

11 M iv. Amaro foi batizado em 8 maio 1667 em Velas, ilha de São Jorge.

+ 12 F v. Isabel de Sequeira de Quadros foi batizada em 6 abril 1670.

13 M vi. Diogo de Oliveira de Sequeira Franco foi batizado em 26 agôsto 1672 em Velas, ilha de São Jorge.

Diogo casou-se com Teresa Isabel Teixeira Fagundes, filha de Antão Martins Fagundes e Maria Alves Fagundes Teixeira, em 5 julho 1711 em Velas, ilha de São Jorge. Teresa foi batizada em 13 novembro 1672 em Velas, ilha de São Jorge .

Terceira Geração

5. Francisco de Bettencourt e ÁVILA (Maria de Oliveira de QUADROS, Domingos Quadrado de) nasceu c.1664. Ele faleceu antes 16 janeiro 1716.

Francisco casou-se com Maria Vieira MACHADO, filha de João Teixeira de SOUZA "o Nuvem Negra" e Maria Vieira MACHADO "Machadinha". Maria faleceu depois 16 janeiro 1716.

Eles tiveram os seguintes filhos

14 F i. Maria Evangelho Vieira (=Maria de Bettencourt) nasceu c.1694 em Velas, ilha de São Jorge.

Maria casou-se com Manuel Machado Pacheco, filho de Manuel Dias de Almeida "o Biborria" e Maria Pacheco Maciel, em 11 fevereiro 1714 em Velas, ilha de S.Jorge. Manuel nasceu cerca de 1677 em Velas, ilha de São Jorge.

15 F ii. Francisca de Bettencourt e Ávila nasceu c.1694 em Velas, ilha de São Jorge.

Francisca casou-se com Antônio de Lacerda Pereira, filho de Antônio de Lacerda Pereira e Paula de Sequeira, em 15 outubro 1714 em Velas, ilha de S.Jorge. Antônio nasceu c.1684 em Velas, ilha de São Jorge.

16 F iii. Catarina de Bettencourt nasceu c.1696.

Catarina casou-se com Amaro Teixeira Bettencourt, filho de Antônio Vaz Teixeira Beirão e Dona Inês Espínola de Bettencourt, em 16 janeiro 1716 em Velas, ilha de S.Jorge. Amaro foi batizado em 28 agôsto 1604 em Velas, ilha de São Jorge.

17 F iv. Bárbara foi batizada em 24 dezembro 1690 em Velas, ilha de São Jorge .

18 F v. Úrsula de São Pedro de BETTENCOURT foi batizada em 26 outubro 1692 em Velas, ilha de São Jorge .

Úrsula casou-se com Francisco Machado FAGUNDES, filho de Brás Pereira de LEMOS e Maria de Lemos MACHADO, em 16 agôsto 1716 em Velas, ilha de S.Jorge. Francisco nasceu em Calheta, ilha de S.Jorge.

6. Maria de Ávila (Maria de Oliveira de QUADROS, Domingos Quadrado de) nasceu c.1650.

Maria casou-se com capitão Amaro Pereira de Lemos, filho de Jorge Gomes Fagundes e Maria Pereira, em 28 abril 1670 em Velas, ilha de S.Jorge. Amaro nasceu c.1640 em Velas, ilha de São Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

19 F i. Maria de Bettencourt e Lemos.

Maria casou-se com (1) Mateus Teixeira de Souza.

Maria também casou-se com1 (2) João de Souza Pereira, filho de Gregório Pires de Quadros e Águeda Vieira de Souza, em 25 outubro 1706 em Velas, ilha de S.Jorge.

20 F ii. Maria de Ávila Bettencourt.

Maria casou-se com Matias Teixeira de Oliveira, filho de Francisco de Oliveira Amarante e Vitória da Cunha.

7. Francisca de Ávila Bettencourt (Maria de Oliveira de QUADROS, Domingos Quadrado de) faleceu em 2 abril 1665 em Velas, ilha de São Jorge.

Francisca casou-se com Domingos Dias Teixeira "o velho", filho de capitão Baltazar Dias TEIXEIRA e Francisca Gaspar Fagundes.

Eles tiveram os seguintes filhos

21 M i. alferes Miguel Teixeira Bettencourt.

Miguel casou-se com Maria Pinto de Araújo. Maria nasceu em Serinhaém-PE.

12. Isabel de Sequeira de Quadros (Ágada de Oliveira de Quadros, Domingos Quadrado de) foi batizada em 6 abril 1670 em Velas, ilha de São Jorge .

Isabel casou-se com Francisco Teixeira da Fonseca, filho de Sebastião Gomes e Catarina Vieira.

Eles tiveram os seguintes filhos

22 M i. padre Inácio Teixeira (foi p/ Brasil) nasceu em 2 novembro 1700 em Velas, ilha de São Jorge.

23 F ii. Anastásia nasceu em 1 fevereiro 1702 em Velas, ilha de São Jorge.

24 M iii. Antônio nasceu em 26 maio 1705 em Velas, ilha de São Jorge.

25 F iv. Ágada nasceu em 29 janeiro 1707 em Velas, ilha de São Jorge.

26 F v. Ana Maria Vilalobos nasceu c.1727.

Ana casou-se com Domingos de Lagos Armelim, filho de Domingos de Lagos Armelim e Isabel Correia de Ávila Boto, em 22 agôsto 1747 em Velas, ilha de S.Jorge. Domingos nasceu em 21 novembro 1704 em Velas, ilha de São Jorge.

27 F vi. Catarina nasceu em 10 abril 1711 em Velas, ilha de São Jorge.