sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Mitologia 28: Gilgamesh, o primeiro herói


A Epopéia de Gilgamesh foi escrita há quase 5.000 anos e é considerada por muitos o mais antigo épico da história da Humanidade. Baseada na mitologia sumeriana, contém uma narrativa do Dilúvio anterior à Bíblia, e as viagens do semideus Gilgamesh são consideradas como uma provável influência para diversas lendas gregas, como as viagens de Ulisses na Odisséia, de Jasão e os Argonautas, e dos trabalhos de Héracles (Hércules).

Os feitos de Gilgamesh podem ser resumidos na seguinte seqüência:

  1. Gilgamesh, filho do rei Lugalbanda e da deusa Ninsun, era 2/3 divino e 1/3 humano; incrivelmente poderoso, era muito temido pela sua crueldade. Os reis resolvem criar um rival a altura, e plasmando com argila o homem-fera Enkidu, que vive entre os animais até ser encontrado por um caçador que o ensina o caminho da civilização por meio de uma prostituta.
  2. Enkidu e Gilgamesh se enfrentam num combate furioso, descobrindo que são como iguais. A partir daí tornam-se companheiros inseparáveis.
  3. Juntos, enfrentam, Humbaba, o gigante da floresta dos cedros, um monstro terrível com dentes de leão e garras de dragão, cujo olhar era mortal. Utu-Shamash, o deus do Sol e da Justiça, auxilia a dupla mandando os 13 Ventos para combater o monstro, que acaba derrotado.
  4. Gilgamesh rejeita o amor da deusa sumeriana do amor, Inana-Ishtar, que furiosa, envia um touro celeste para enfrentá-los. Eles matam o animal celeste.
  5. Enkidu cai num sono profundo, mortalmente ferido pelo ataque do Touro do Céu, e vem a morrer. Gilgamesh, abalado com a perda do amigo, fica obcecado com a própria morte, e decide partir em busca da Imortalidade.
  6. Viaja rumo ao Oeste, sumindo montanhas e matando leões e vestindo-se com suas peles. Após atravessar dias e mais dias na Escuridão chega aos portões dos Deuses, vigiados por homens-escorpião.
  7. No Jardim dos Deuses, Gilgamesh encontra-se com o próprio Shamash, que o instrui a procurar pela vinhateira Siduri.
  8. Siduri mostra-lhe o caminho até Utnapishtim, o sobrevivente do Dilúvio, que construiu uma Arca e vive com os deuses. Com Urshanabi, o balseiro dele, Gilgamesh descobre que existe uma flor subaquática espinhosa que trará a Imortalidade.
  9. A flor é colhida, acaba roubada por uma serpente, que ganha assim a “imortalidade”, passando a trocar de pele.
  10. Gilgamesh não consegue o que queria, e permanece mortal.

Gilgamesh é filho de uma deusa. Temos aí um paralelo em Jasão, protegido pela deusa Hera, Héracles e Ulisses, por Atena; Aquiles, filho de Tétis.

Eu suspeito de uma origem comum as histórias do Enkidu mesopotâmico e do Adão hebraico: ambos viviam num estado de inocência primitiva “entre os animais”, e perderam este “paraíso” após o contato com uma mulher; também poderia incluir o mito grego de Epimeteu e Pandora nesta comparação.

O companheirismo entre Gilgamesh e Enkidu é comparável ao de Aquiles e Pátroclo, ao de Héracles e Iolau, e à dupla Teseu e Piritoo.

Humbaba é o protótipo do monstro guardião: poderíamos compará-lo às Górgonas, ao dragão Ládon (guardião do Jardim das Hespérides), a Gerião, ao dragão que protegia o Velocino de Ouro (enfrentado por Jasão), e até mesmo Polifemo (“de olhar terrível”, como Humbaba) e do Minotauro, o guardião do Labirinto.

Inana, deusa ciumenta, desempenha um papel comparável ao das feiticeiras Circe (Odisséia) e Medéia (Argonautas), e talvez a das amazonas no mito de Héracles.

Vários destes heróis enfrentam touros “sobrenaturais”: Héracles captura o Touro de Creta, e rouba o gado de Gerião; Jasão doma touros de bronze que cospem fogo; Ulisses rouba os bois do Sol; Teseu mata o Touro de Maratona e o Minotauro.

A Viagem para o Oeste, rumo à terra da Escuridão e dos Mortos encontra-se na Odisséia e nos Trabalhos de Héracles. A viagem dos Argonautas é no sentido contrário, para a mítica “Terra do Sol” no extremo oriente do Mundo (mais tarde, com a expansão geográfica do mundo helênico, esta terra lendária foi identificada com a Cólquida, atual Geórgia), mas eles tiveram paradas pelo Mediterrâneo ocidental.

Héracles chega ao Jardim das Hespérides, terra das maçãs douradas, fonte da Imortalidade, uma reminiscência notável do Épico de Gilgamesh. A benévola deusa Siduri pode ser comparável à ninfa Calipso, que Ulisses encontra na ilha de Ogígia. O mito do Dilúvio é atestado na Mitologia Grega, na Hebraica e na Indiana, além de outras partes do mundo.

A serpente torna-se a culpada pela perda da Imortalidade, como no Gênesis.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Genealogia 359: O nome Djalma em pretorias cariocas

Sempre tive curiosidade em descobrir a origem do nome Djalma, que era do meu avô. Para isso, comecei a pesquisar a freqüência deste prenome em diversas épocas. A partir de índices (1891-1907) na Sexta Circunscrição, da região da igreja de Sant'Ana, no centro do Rio de Janeiro, achei:

1895 - Djalmo (1), Dejalmo (1)
1896 - Djalma (1)
1897 - Djalmo (1)
1898 - Dejalma (1)
1899 - Dejalma (1)
1900 - Dejalma (3)
1901 - Dejalma (1)
1903 - Dejalma (1)
1904 - Dejalma (1)
1905 - Djalma (3)
1906- Djalma (2), Djalmo (2)
1907 - Dejalma (1), Djalma (1)



Achei alguns nomes parecidos, a partir de 1898, tais como Dejalmira, Dejalina e Dejanira, esta possuindo a mesma alternância com Dej-/Dj-.

Na Primeira Circunscrição, com índices apenas a partir de 1903, encontrei no dito ano um Djalma de Barros Freire.
Na Segunda Circunscrição, em 1896 achei um Dejalma.
Na Terceira, com índices a partir de 1889, o primeiro Djalma surge em 1904.
Na Quarta (Catete, Laranjeiras, Flamengo, Santa Teresa e Lapa), achei um Djalma já em 1894.
Na Quinta Circunscrição (Botafogo, Lagoa, Jardim Botânico, Gávea, Copacabana, Urca, Ipanema, Leblon), chequei a partir de 1889. achando o primeiro em 1895, DJALMA, filho do capitão de fragata João Antônio Soares Dutra, Livro 191, termo 780 (registrado em 21/10/1895). Era filho do já citado e de Francisca da Serra Carneiro Dutra, paraense, neto paterno Antonio Soares Macedo Dutra e Maria Emanespe(?) Dutra; neto materno de Álvaro da Serra Carneiro e Teresa de Castro Morais.

Na 8ª (
Engenho Velho, Tijuca, Maracanã, Vila Isabel, Praça da Bandeira, Grajaú, Alto da Boa Vista), encontrei pelo menos um Djalma em 1896.
Na 11ª Circunscrição, o primeiro Djalma aparece em 1894, filho de João de Azevedo Freitas.

Tudo parece indicar que o nome começa a ser usado em crianças por volta de 1894-1895. Qual seria a origem?

Atualização de 13/3/2009: Encontrei referência a um cantor norte-americano de Jazz, nascido em 1892 na Louisiana, chamado D'Jalma Garnier. Seria um nome de origem creole, usado por norte-americanos de origem francesa da região (cajuns)? O nome Djalma aparentemente "surge" no Rio de Janeiro (e presumivelmente, no Brasil) nos idos de 1894-95, período próximo de 1892, quando já aparece um D'Jalma nos EUA. Qual seria a fonte comum do nome? Também encontrei referência num site genealógico a um D'Jalma Vaughan, morto em 1929 no Texas, aos 45 anos. Logo, em 1884, já havia um D'Jalma no Texas. Isto parece indicar ser esta a grafia original do nome D'Jalma. Num site sobre famílias inglesas menciona duas pessoas de sobrenome D'Jalma no norte da Inglaterra em 1891. Uma, Fannie, era francesa, e outro Sadi, era dinamarquês.
ACHEI!!!!
Acabo de descobrir a origem do nome Djalma. Trata-se de um nome fictício (como sempre suspeitei), de um personagem do romance O Judeu Errante, de Eugène Sue (1844). Djalma era um príncipe indiano, descendente do huguenote francês Marius de Rennepont, perseguido pelo rei da França Luís XIV (sob influência dos jesuítas). Djalma apaixona-se pela francesa Adrienne de Cardoville, que acabam enganados e envenenando-se mutuamente graças às manipulações sórdidas dos jesuítas. O autor da obra, Eugène Sue (1804-1857), foi um escritor francês, deputado à Assembleia Legislativa, socialista, com outros romances sociais como Os Mistérios de Paris e Os Mistérios do Povo.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Evolução 30: Mais um "elo perdido" entre dinos e aves


Cientista descobriram uma nova espécie de dinossauro, batizada de Anchiornis huxleyi , a partir de restos fossilizados retirados de depósitos lacustres na província chinesa de Liaoning. Com uma massa estimada em 110 gramas, esta criatura seria a menor espécie de dinossauro (excluindo as aves, já que elas também são "dinossauros". Os ossos do pulso indicam grande mobilidade, prenunciando os mecanismos de asa nas espécies mais avançadas de aves. O Anchiornis possui um mosaico de caracteres que combinam traços de aves e dos dinossauros maniraptores (o grupo mais próximo às aves, que inclui o Velociraptor), e constitui assim mais um perfeito intermediário entre os dois grupos de animais.



Xu X., Zhao, Q,, Norell, M., Sullivan, C., Hone, D., Erickson, G., Wang, X-L., Han, F-L., & Guo, Y. (2008) A new feathered maniraptoran dinosaur fossil that fills a morphological gap in avian origin. Chinese Science Bulletin vol. 54 no. 0



domingo, 21 de dezembro de 2008

Genealogia 358: Deduzindo antepassados...?

Um dos meus "fins-de-linha", isto é, um dos ramos da minha árvore genealógica das quais não consegui prosseguir na pesquisa, é o açoriano Antônio de Quadros de Assunção, natural da freguesia de Santo Amaro de Toledo, ilha de S. Jorge. Ele casou-se na freguesia vizinha de São Mateus da Urzelina com minha ancestral Maria Cardoso de Sequeira em 5-2-1720, já viúvo de sua primeira esposa Ana Luísa da Conceição. Infelizmente os registros em Santo Amaro não estão muito preservados, e não existem mais registros de casamentos anteriores a 1720, e os batismos só estão preservados a partir de 1709. Fiquei assim com sérios problemas em prosseguir na pesquisa deste ramo.
Sem os registros de óbitos no período, não pude localizar o óbito de Ana Luísa, que deve ter morrido por volta de 1719. Só encontrei o batismo de uma filha deste casal, Felipa da Conceição, nascida em 1º de maio de 1718. Sei pela descendência conhecida, que tiveram mais uma filha, Maria da Conceição, cujo assento de batismo não consegui localizar. Sem registros objetivos, tive que partir para deduções "periféricas".
O sobrenome Santiago é bem raro nesta época e lugar, e tem origem devocional. Antônio de Quadros de Santiago teve vários filhos, dentre os quais meu antepassado Manuel Teixeira de Quadros. Felizmente achei no ano de 1715, no batizado de Marcos, filho de meus outros ancestrais Manuel Pereira da Luz e Luzia Silveira, o padrinho dito como "Antônio de Quadros, filho de Jorge Teixeira e Paula de Quadros. A associação entre os sobrenomes Teixeira, Quadros e Santiago parece indicar que estou no caminho certo...
Jorge Teixeira de Toledo (= Jorge Teixeira Brasil) e Paula de Quadros foram pais de Brás Pereira (de Lemos), Gregório de Quadros e do dito Antônio de Quadros, solteiro em 1715, e que deve ser o mesmo Antônio de Quadros de Santiago.
Em Velas achei o casal Diogo de Santiago e Isabel Teixeira, cujos filhos aparecem como padrinhos: Diogo Santiago, Jorge Teixeira (bingo!), e Beatriz Vieira, ainda solteira em 1715, que deve ser a mesma Beatriz de Quadros c.c. Manuel Azeredo ou Azevedo, filho de Antônio de Azeredo ou Azevedo e Luzia Pereira.

Assim, estava trabalhando com a hipótese de que Antônio de Quadros de Santiago era filho de Jorge Teixeira de Toledo, que por sua fez era filho de Diogo de Santiago e Isabel Teixeira.

Neste exato momento estou trascrevendo o batizado de José, filho de Antônio e Maria Cardoso, em 1720. O padrinho foi Jorge Teixeira, filho órfão de Diogo de Santiago e Isabel Teixeira.
Joze f.o de An.to de Quadros nattural desta Parochial do Gloriozo S.to Amaro e de Sua m.er M.a Cardoza nattural do Appostolo Sam Matheos do lugar da Urzalinha desta Ilha de Sam George naceo em treze de Março do anno de mil sette Centos e vinte e hum e foi bautizado em dezaseis do ditto mes e anno por mim M.el M.do Vig.rio desta ditta Parochial foi Padrinho George Teixr.a f. orfo de Diogo de S.to Ago e de sua m.er Izabel Teixr.a m.res neste lugar de Almeida e madrinha Anna Soares fa. familia de An.to Soares e de sua m.er M.a Cardoza m.res na Urzalinha foi mais t.a o tizour.o Joze de Souza fregues Com os mais assima desa ditta Parochial fis e assignei M.el Md.o de Souza


Parece assim que o tal Jorge Teixeira, filho órfão, não poderia ser o mesmo Jorge Teixeira de Toledo já casado (em 1721 já falecido, inclusive), pois não seria referido como filho. Mas a família deve ser a mesma, não resta dúvida.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Genealogia 357: Descendência de Sebastião Pereira Brasil (parte 2 de 2)

Terceira Geração

15. Isabel de Quadros (Manuel Pereira, Sebastião Pereira) nasceu c.1685.

Isabel casou-se com (1) Silvestre Pereira do Amaral, filho de João Nunes d' Amaral e Bárbara Jorge, em 19 janeiro 1707 em Calheta, ilha de S.Jorge. Silvestre nasceu c.1675.

Eles tiveram os seguintes filhos

28 M i. Silvestre nasceu em 7 fevereiro 1713 em Calheta, ilha de S.Jorge.

29 M ii. Antônio de Quadros.

Antônio casou-se com Rosa Maria de Sousa, filha de Manuel da Cunha d' Águeda e Francisca de Sousa, em 4 setembro 1734 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge. Rosa nasceu em 19 maio 1712 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

30 M iii. Silvestre Pereira de Quadros.

Silvestre casou-se com Maria Santa do Rosário, filha de Manuel de Sousa de Távora e Antônia Machado Teixeira, em 28 agosto 1738 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

Isabel também casou-se com1 (2) Antão Pereira de Azevedo, filho de André Pereira d' Azevedo e Maria de São João, em 26 fevereiro 1713 em Calheta, ilha de S.Jorge.

16. Maria do Rosário (Manuel Pereira, Sebastião Pereira).

Maria casou-se com (1) Matias Vieira Toste, filho de Antônio Dias Toste e Ana Vieira, em 22 agosto 1707 em Calheta, ilha de S.Jorge. Matias nasceu em Calheta, ilha de São Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

31 F i. Maria de Quadros.

Maria casou-se com Manuel de Oliveira em 16 julho 1733 em Calheta, ilha de S.Jorge.

+ 32 F ii. Catarina Gonçalves nasceu c.1713.

33 M iii. Manuel Vieira Brasil.

Manuel casou-se com Maria de Sousa, filha de Sebastião Vieira e Bárbara de Sousa, em 17 fevereiro 1738 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

34 F iv. Isabel nasceu em 28 junho 1716 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

35 F v. Bárbara Pereira nasceu em Calheta, ilha de São Jorge.

Bárbara casou-se com Francisco Teixeira Carvalho, filho de Sebastião Gonçalves Teixeira e Maria da Cunha, em 8 fevereiro 1739 em Calheta, ilha de São Jorge. Francisco nasceu em Calheta, ilha de São Jorge.

Maria também casou-se com1 (2) Lourenço de Sousa, filho de Simão Marques (neto) e Isabel de Sousa, em 3 fevereiro 1739 em Calheta, ilha de São Jorge. Lourenço nasceu em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

17. Antônia de Quadros (Manuel Pereira, Sebastião Pereira).

Antônia casou-se com Manuel Pereira de Sousa, filho de João Pereira de Sousa e Catarina Teixeira, em 4 fevereiro 1720 em Calheta, ilha de S.Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

36 M i. João de Quadros Pereira nasceu em Manadas, ilha de São Jorge.

João casou-se com Maria de Santo Antônio em 7 junho 1751 em Manadas, ilha de São Jorge.

18. Maria de Oliveira (Bartolomeu Pereira de Sousa, Sebastião Pereira) nasceu em 1710 em Santiago da Ribeira Seca, ilha de S.Jorge. Ela faleceu em 19 março 1740 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

Maria casou-se com capitão Caetano Silveira Leonardes, filho de capitão Francisco Teixeira LEONARDES e Luzia do Espírito Santo da SILVEIRA, em 3 janeiro 1727 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Caetano nasceu em 10 novembro 1701 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge e foi batizado em 14 novembro 1701 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Ele faleceu antes 1765.

Eles tiveram os seguintes filhos

37 F i. Ana nasceu em 23 maio 1727 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge e foi batizada em 26 maio 1727 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge . Ela faleceu em 14 agosto 1736 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

+ 38 M ii. Manuel da Silveira Leonardes nasceu em 8 setembro 1729.

39 F iii. Luzia nasceu em 9 outubro 1732 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge e foi batizada em 12 outubro 1732 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge .

+ 40 M iv. sargento Domingos da Silveira Leonardes.

41 v. 4o.grau dispensa.

24. Clara do Rosário (Amaro Pereira Teixeira de Sousa, Sebastião Pereira) nasceu em 10 agosto 1706 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge e foi batizada em 12 agosto 1706 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

Clara casou-se com Inácio da SILVEIRA, filho de Antonio Coelho GONÇALVES e Catarina Silveira de MATOS, em 8 outubro 1731 em Santiago da Ribeira Seca, ilha de S.Jorge. Inácio nasceu em 22 fevereiro 1710 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge e foi batizado em 28 fevereiro 1710 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

42 M i. Manuel nasceu em 19 janeiro 1732 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge e foi batizado em 20 janeiro 1732 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

43 F ii. Rosa nasceu em 14 março 1733 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge e foi batizada em 15 março 1733 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

26. Maria Jorge (Amaro Pereira Teixeira de Sousa, Sebastião Pereira) nasceu cerca de 1703 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge. Ela faleceu em 12 dezembro 1741 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

Maria casou-se com José Machado de Mendonça, filho de Pedro Teixeira Machado e Catarina Mendonça Machado de Sousa, em 3 abril 1723 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge. José nasceu em Topo, ilha de São Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

+ 44 M i. Feliciano Machado nasceu em 2 setembro 1726.

+ 45 M ii. Antonio Machado Netto nasceu em 11 agosto 1728.

46 F iii. Maria nasceu em 26 agosto 1724 em Topo, ilha de São Jorge.

47 F iv. Apolônia nasceu em 5 novembro 1730 em Topo, ilha de São Jorge.

48 M v. João de Mendonça nasceu cerca de 1738. Ele faleceu em 13 março 1774 em Topo, ilha de São Jorge.

27. Ágada Pereira (Amaro Pereira Teixeira de Sousa, Sebastião Pereira) nasceu cerca de 1707 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

Ágada casou-se com André Pereira de Fontes, filho de João Pereira(Vieira) de Fontes e Ana de

Bairros, em 20 janeiro 1727 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

+ 49 F i. Maria de Santo Antônio.


Quarta Geração

32. Catarina Gonçalves (Maria do Rosário, Manuel Pereira, Sebastião Pereira) nasceu c.1713.

Catarina casou-se com Francisco Pereira Leal, filho de Antônio Pereira Lopes (=Antônio Lopes Pereira) e Ágada Leal, em 7 novembro 1733 em Calheta, ilha de S.Jorge. Francisco nasceu c.1703.

Eles tiveram os seguintes filhos

50 F i. Maria do Rosário.

38. Manuel da Silveira Leonardes (Maria de Oliveira, Bartolomeu Pereira de Sousa, Sebastião Pereira) nasceu em 8 setembro 1729 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge e foi batizado em 15 setembro 1729 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

Manuel casou-se com Antônia Maria do Rosário.

Eles tiveram os seguintes filhos

51 M i. Francisco nasceu em 7 março 1764 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

40. sargento Domingos da Silveira Leonardes (Maria de Oliveira, Bartolomeu Pereira de Sousa, Sebastião Pereira).

Domingos casou-se com Maria Santa do Rosário, filha de sargento Francisco Lopes de Sousa e Catarina de Sousa, em 29 outubro 1763 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Maria nasceu c.1740.

Eles tiveram os seguintes filhos

52 M i. José João da Silveira Leonardes nasceu em 5 julho 1777 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

José casou-se com Inácia Narcisa de Azevedo, filha de sargento Manuel de Sousa Luís e Maria d' Azevedo, em 15 abril 1804 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge. Inácia nasceu em 11 junho 1784 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

53 ii. 3o. 4o. grau afinidade DISPENSA.

44. Feliciano Machado (Maria Jorge, Amaro Pereira Teixeira de Sousa, Sebastião Pereira) nasceu em 2 setembro 1726 em Topo, ilha de São Jorge.

Feliciano casou-se com Maria das Candeias, filha de sargento Felipe de Souza Teixeira Netto e Luzia Silveira de Sousa, em 13 setembro 1748 em Angra (Sé), ilha Terceira. Maria nasceu em 31 janeiro 1727 em Topo, ilha de São Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

54 M i. Antônio Machado Netto.

45. Antonio Machado Netto (Maria Jorge, Amaro Pereira Teixeira de Sousa, Sebastião Pereira) nasceu em 11 agosto 1728 em Topo, ilha de São Jorge.

Antonio casou-se com Rita Maria do Rosário, filha de Francisco Pereira e Rosa de Jesus da Silveira. Rita nasceu em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

55 F i. Rosa foi batizada em 31 dezembro 1763 em Viamão-RS .

56 M ii. Manuel foi batizado em 1 dezembro 1765 em Triunfo-RS.

57 F iii. Vitória nasceu em 1 fevereiro 1768 em Viamão-RS.

58 F iv. Joana foi batizada em 28 julho 1769 em Viamão-RS .

49. Maria de Santo Antônio (Ágada Pereira, Amaro Pereira Teixeira de Sousa, Sebastião Pereira).

Maria casou-se com Amaro Pereira de Sousa, filho de Jerônimo Pereira de Sousa e Úrsula Pereira, em 6 abril 1750 em Calheta, ilha de São Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

59 i. 4o. grau dispensa.

Genealogia 356: Descendência de Sebastião Pereira Brasil (parte 1 de 2)

Primeira Geração

1. Alferes Sebastião Pereira Brasil.

Sebastião casou-se com (1) Bárbara de Lemos.

Eles tiveram os seguintes filhos

2 F i. Catarina foi batizada em 19 março 1651 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

3 F ii. Ágada foi batizada em 11 fevereiro 1652 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

4 M iii. Pedro (1o.) foi batizado em 8 janeiro 1653 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

5 M iv. Pedro foi batizado em 2 agosto 1654 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

Sebastião também casou-se com1 (2) Isabel Pereira, filha de Bartolomeu Gonçalves Pereira de Sousa Teixeira e (?) Maria André, em 22 novembro 1654 em Calheta, ilha de S.Jorge. Isabel foi batizada em 27 fevereiro 1633 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

Eles tiveram os seguintes filhos

6 F v. Bárbara Pereira foi batizada em 10 dezembro 1656 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

7 F vi. Maria do Rosário foi batizada em 27 outubro 1658 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

+ 8 M vii. Manuel Pereira Brasil foi batizado em 16 maio 1660.

+ 9 M viii. Bartolomeu Pereira de Sousa nasceu em 1661 e faleceu em 12 junho 1739.

+ 10 M ix. Amaro Pereira Teixeira de Sousa Brasil nasceu antes 1662.

11 F x. Antônia (1a.) foi batizada em 18 junho 1668 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

12 F xi. Ágada foi batizada em 18 junho 1668 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

13 F xii. Antônia foi batizada em 22 junho 1669 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

14 M xiii. João Pereira foi batizado em 17 abril 1678 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.


Segunda Geração

8. Manuel Pereira Brasil (Sebastião Pereira) foi batizado em 16 maio 1660 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

Manuel casou-se com Maria de Quadros, filha de capitão Miguel Afonso de Sousa e Leonor Pereira, em 10 abril 1684 em Calheta, ilha de S.Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

+ 15 F i. Isabel de Quadros nasceu c.1685.

+ 16 F ii. Maria do Rosário.

+ 17 F iii. Antônia de Quadros.

9. Bartolomeu Pereira de Sousa (Sebastião Pereira) nasceu em 1661 em Santiago da Ribeira Seca, ilha de S.Jorge. Ele faleceu em 12 junho 1739 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

Bartolomeu casou-se com (1) Bárbara de Sousa da Cunha, filha de João Teixeira de Sousa e Maria de Oliveira, em 4 fevereiro 1702 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge. Bárbara nasceu em Norte Grande, ilha de S.Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

+ 18 F i. Maria de Oliveira nasceu em 1710 e faleceu em 19 março 1740.

Bartolomeu também casou-se com1 (2) Maria Santa de MENDONÇA, filha de Pedro Dias de SOUSA e Luzia de MENDONÇA, em outubro 1703 em Vila Nova do Topo, ilha de S.Jorge. Maria nasceu c.1666. Ela faleceu em 15 junho 1736 em Vila do Topo, ilha de S.Jorge.

10. Amaro Pereira Teixeira de Sousa Brasil (Sebastião Pereira) nasceu antes 1662 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

Amaro casou-se com Maria Jorge, filha de Jorge Nunes Pereira e Catarina Simão Pereira, em 26 julho 1684 em Manadas, ilha de São Jorge. Maria nasceu cerca de 1670 em Manadas, ilha de São Jorge.

Eles tiveram os seguintes filhos

19 M i. Sebastião foi batizado em 9 novembro 1690 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

20 F ii. Maria foi batizada em 10 fevereiro 1692 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

21 M iii. João foi batizado em 14 fevereiro 1694 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

22 F iv. Catarina nasceu em 13 maio 1701 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge e foi batizada em 17 maio 1701 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge .

23 M v. Sebastião nasceu em 10 outubro 1703 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge e foi batizado em 14 outubro 1703 em Ribeira Seca, ilha de São Jorge.

+ 24 F vi. Clara do Rosário nasceu em 10 agosto 1706.

25 F vii. Isabel Pereira nasceu cerca de 1713 em Santiago da Ribeira Seca, ilha de S.Jorge.
Isabel casou-se com Manuel Machado em 8 outubro 1733 em Calheta, ilha de S.Jorge. Manuel nasceu em Norte Grande, ilha de S.Jorge.

+ 26 F viii. Maria Jorge nasceu cerca de 1703 e faleceu em 12 dezembro 1741.

+ 27 F ix. Ágada Pereira nasceu cerca de 1707.


CONTINUA NO PRÓXIMO